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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

#99novas - O projeto da DM9 para comemorar seus 21 anos



Como muitos sabem, a DM9DDB completou 21 anos dia 19 de setembro e, para comemorar, a agência está lançando o projeto 99novas, que vai levar um universitário de 21 anos (assim como a DM9), para percorrer nove cidades do mundo, durante 99 dias, em busca de tendências. O roteiro passa por algumas das cidades mais inspiradoras do mundo, que são: Londres, Nova York, Paris, Barcelona, Milão, Mumbai, Bangcoc, Xangai e Tóquio.

Se você tem 21 anos, fala inglês fluente e gosta de descobrir coisas novas, acesse www.99novas.com.br e faça sua inscrição.
O embarque será no dia 9 de janeiro de 2011.Para mais informações, leia o regulamento do site.

O escolhido terá que descobrir tendências durante 99 dias e compartilhar tudo nas mídias sociais, com um blog exclusivo, conta no twitter, facebook, foursquare...
Ao fim da viagem, o blog será avaliado, e, se for aprovado, o viajante poderá ganhar uma vaga na agência.

Comentários:

Pra quem me conhece ou acompanha o blog, sabe que não é a primeira vez que a DM9 inova em ações nas mídias sociais. Há exatamente um ano eu participei do @sigamidiadm9 e consegui minha vaga em outra dinâmica que estimulavam os candidatos a colocar em prova seu poder de negociação, desenvolvimento de estratégia e criação de ideias engajadoras.
Quem quiser conferir o case, clique aqui.

Confesso que o @99novas tem uma dinâmica mais legal, onde a pessoa volta pra cá com uma bagagem enorme de conhecimento de mundo. (rsrs)
Então, se você tem 21 anos e é estudante (formandos 2010/2 em diante), não perca essa oportunidade, que garanto valer muito a pena.
Detalhe: Não precisa necessariamente cursar publicidade.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Como será o futuro do e-commerce e do digital shopping?

Começo esse post, pedindo desculpas pela falta de atualização do blog, que ultimamente está ocorrendo mais frequentemente. Sei que é frustrante acessarmos um blog que gostamos e nos depararmos com o mesmo conteúdo da última visita. Ainda estou tentando estruturar o blog da melhor maneira e fechar parcerias para melhorar todos os pontos.
http://www.billfrymire.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/ecommerce_shopping_cart_buy_computer_purchase.jpg
Mas, voltando ao assunto do post: e-commerce e digital shopping. Primeiro temos que definir os dois conceitos.
"E-commerce, ou comércio eletrônico, é a compra e venda de bens e serviços utilizando as tecnologias de informação como a Internet. Existe o Business-to-Business (B2B) transações eletrônicas entre parceiros de negócio e existe o Business-to-Consumer (B2C) - que consiste na venda direta ao consumidor final". (Marknet).

Já, o Digital Shopping é ligada a intermediação do e-commerce, ou seja, o processo de amostragem de produtos que estão disponíveis nos meios digitais para compra. As empresas de Digital Shopping trabalham com comissões e venda de espaços, mas não se envolvem diretamente na venda.

Ferramentas e veículos clássicos de e-commerce já estão se adaptando a novos tipos de compradores online. O fato é que com a ascenção das mídias sociais, e a mudança que elas provocaram na forma de consumir e pensar internet, influenciou e continua influenciando o setor de varejo online.

As mídias sociais tem um poder extremamente grande que dispertou no novo consumidor a busca por informações cada vez mais detalhadas. Hoje é comum buscar referência em fóruns, resenhas, blogs, twitters ou seja lá o que for antes de comprarmos, e muitas vezes é feito quase que um pós-venda online.

Essa busca por informações deixa o consumidor mais preparado para comprar online, mas quando tem alguém auxiliando a compra. Pois, essa gama de conteúdo o deixa confuso e vulnerável muitas vezes. É tanta coisa que pode acabar confundindo a cabeça do potencial comprador.

Esse é o ponto que quero chegar: CONFIANÇA
Nesse momento de indecisão e vulnerabilidade é que a marca que deseja oferecer um serviço ou produto deve agir. Mas, agir de maneira a ajudar o consumidor, aconselhá-lo e orientá-lo a fazer uma boa compra. É ganhando a confiança do consumidor que as marcas vão conseguir melhorar suas vendas.

O e-commerce antigamente era como uma grande feira, onde cada um gritava seu preço e tentava a todo custo "empurrar" seu produto para o consumidor, e assim aumentar seu lucro.
Felizmente, esse pensamento está morrendo e a estrutura está mudando.
SACs via twitter, vendedores online e estratégias que buscam a aproximação com o consumidor estão ditando os novos rumos desse mundo varejista e digital.

Essa aproximação também está acontecendo no aprimoramento das ferramentas de e-commerce e digital shopping. O BuscaPé,o Terra Ofertas e a NetShoes são três tipos de negócios diferentes ligados a essa atividade. Cada um na sua área, está desenvolvendo e melhorando suas estratégias de conversação e interação com o usuário. Essa interação é o que o consumidor busca antes de efetuar uma compra.

O BuscaPé tem um plugin que facilita a vida de quem está comparadando preços ou até mesmo quando está simplesmente visualizando uma oferta na internet.

O Terra Ofertas possibilita criar lista de desejos e algumas opções para aproximar o comprador do Terra Ofertas, mas também de seus amigos e família. Funciona verdadeiramente como um digital shopping.

A NetShoes trabalha com SAC via twitter que funciona muito bem, tira dúvidas, faz alerta sobre ofertas e resolve alguns problemas rapidamente e sem disparar milhares de mensagens.

Trata-se de três estratégias diferentes, e as três parecem estar dando certo. E é essa diferença, essa personalização de serviço, que está ditando os novos rumos do e-commerce e digital shopping.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Google Wave – O prelúdio da web 3.0?

http://www.cognitivecombine.com/wp-content/uploads/2009/11/google_wave_logo.png
Há mais ou menos dois meses, o Google lançou, como faz todos os dias, um produto no mercado. Mas, esse não é somente mais um produto. Não segundo o Google, pelo menos. 


Estamos falando do Google Wave, uma ferramenta que promete revolucionar a internet como o e-mail revolucionou anos atrás. 

Ainda em versão beta, o Google Wave já está sendo testado por centenas de milhares de pessoas no mundo. Até então podemos ver uma interface bem clean, mas nem por isso fácil de trabalhar. 

Já existem vários aplicativos que tornam nossa estadia no Wave mais familiar ao nosso mundo da internet, como o do twitter, por exemplo.


Veja como twittar no Google Wave aqui! 

Bom, deixando de lado um pouco as funcionalidades e partindo para o lado intrínseco da coisa, vamos observar cuidadosamente a ferramenta.


Como citado acima, o Google disse que o Wave revolucionaria a internet como o e-mail fez. 

O e-mail assim como o Google Wave é uma ferramenta de comunicação entre usuários. Mas, o Google Wave promete ir além, e servir como um fator de integração entre a web 1.0 e a web 2.0. Ou seja, pegar tudo que até hoje foi considerado como o melhor da internet e trazer tudo para um único ambiente

Perceba que não é uma tarefa fácil. Ser a plataforma principal de TODAS as ferramentas já criadas para a internet é um desafio e tanto e demanda muito cuidado.

O ambiente de integração


Partindo dessa ideia de convergir todas as mídias online para um único ambiente integrador, temos que saber, primeiro de tudo, que esse ambiente deve ser multifacetado

Ora, temos várias ferramentas e vários ambientes diferentes hoje em dia, cada um com seus públicos específicos, e alguns tão nichados que fica difícil ser um ambiente agradável para outras pessoas. 

Sabendo de toda essa dificuldade, como criar um ambiente que consiga reunir todas essas pessoas e agradar ao mesmo tempo? 

Na minha opinião esse é o maior erro deles. Pois, se até hoje não conseguiram achar uma unanimidade para nada na vida, o que será que poderá fazer que todos se reúnam em um ambiente para suas atividades. Lembrando que no meio digital é muito mais difícil pela complexidade e pela diferença de nível entre usuários

Uma possível solução para isso é fazer com que cada pessoa possa personalizar seu ambiente da maneira que quiser, com as ferramentas que quiser e o layout que quiser. Não preciso nem dizer que isso é outro desafio. Pois nem só de nerds e geeks vive a internet.


Pense na figura daquele seu familiar que só de ligar o computador tem medo de que exploda e seja desintegrado. Aquela pessoa que quando vai contar para um amigo o site que visitou afirma veementemente que é o www.com.br
Como fazer para que toda essa trupe virtual esteja habilitada a andar com as próprias pernas e criar o seu próprio ambiente?

Web 3.0


Supondo que tudo isso dê certo e o Google consiga criar um ambiente multifacetado que abrigue toda essa população online e caia na graça dos mesmos, aí sim eu acredito que entraremos na época da web 3.0. Uma era digital tão evoluída que vai permitir a todos fazer o que quiserem e como quiserem na hora que quiserem. 

A internet caminha pra isso. A velocidade da informação é cada dia mais importante, por isso a febre das redes sociais e sobretudo do twitter. Estamos prestes a conhecer quem é o gatilho mais rápido da internet. Esse será o precursor, e quiçá o grande imperador dessa nova era de conectividade e integração. O Google deu o primeiro passo. Será que vai chegar na frente? Façam suas apostas...

O Google Wave hoje 

Hoje, o Google Wave apenas esboça o que pretende fazer. Claro que ainda é uma versão beta e ainda não dá para se basear nisso. Mas, a única diferença que vemos hoje é a possibilidade de compartilhar vários conteúdos com uma velocidade maior. Sim, isso já é um bom diferencial. Contudo, a interface é de difícil assimilação, os aplicativos são um tanto quanto complexos para meros mortais como nós. Não há possibilidade de integrar com muitas ferramentas que não sejam do Google. E, sobretudo, a forma escolhida para carregar as mensagens, as ondas, são muito confusas e embaralhadas. 

Vamos esperar o produto final ser lançado e ver se o Google corrige esses problemas, além de melhorar o desempenho quanto ao uso do computador. 

Espero que esse post tenha esclarecido algumas dúvidas. Se você, depois de ler isso, lembrou daquele jogo de tabuleiro tão famoso, o War, talvez não seja mera coincidência...


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Interatividade na sétima arte.

O cinema nacional está ganhando uma cara nova e pode servir de referência para o exterior. O filme "Escolha Única", produzido e finalizado na cidade de Maringá/PR, está causando um burburinho e atraindo pessoas para os cinemas por apresentar um roteiro interativo.

O FILME

O filme, do cineasta Érico Alessandro, conta a história de Juan, um policial corrupto, que é preso, sendo que durante sua prisão ele é gravemente ferido e hospitalizado. Em coma, Juan entra em contato com um mundo paralelo, em que duas forças antagônicas influenciam as decisões dos humanos através de seus sonhos e se alimentam dos sentimentos dos homens. Quando sai do coma, Juan é julgado e descobre que uma escolha sua pode decidir o destino da Terra.

Quer saber mais sobre o filme? Clique aqui!

A INTERATIVIDADE

Na reta final do longa-metragem acontece uma pequena pausa para que os espectadores possam decidir qual vai ser o final. Aparecem dois números de telefone na tela, onde cada espectador liga gratuitamente do seu próprio celular para um dos números a fim de condenar ou absolver o protagonista. Através de uma enquete super rápida, o filme vai seguir o seu roteiro de acordo com a vontade da maioria.

A idéia é muito interessante. Isso traz um maior envolvimento do filme com o público e possibilita que a pessoa tenha a chance de escolher o final que acha melhor. Quem não se lembra do memorável "Você Decide"? Funciona nos mesmos moldes, mas a diferença é que se você não gostar do final, ou simplesmente quer ver como seria o outro desfecho, você pode ir aos cinemas e assistir novamente, o que na televeisão não acontecia.

PUBLICIDADE E A INTERATIVIDADE NO CINEMA

Quer saber mais sobre o assunto? Veja aqui o case da VOLVO, que fez um game interativo com os espectadores em salas de cinema no Reino Unido. A criação da Y&R é um jogo onde as pessoas devem mover os braços para a esquerda ou para a direita para controlar o caminhão. O conceito da campanha foi "É melhor viver a vida junto".

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Globalização Vs Verticalização | O poder norte-americano!

Ilustração: Steve Pereira

Hoje estava lendo o blog do economista Carlos Alberto Sardenberg e vi coisas que me impressionaram. Ele divulgou pesquisas que apontam para a importância do consumidor americano.

"O consumo das famílias representa 70% da economia americana que, de sua vez, equivale de 20% a 25% da economia global. Logo, o consumo dos americanos movimenta algo como 15% da economia mundial."- Afirma Sardenberg.

Partindo daí, pode-se entender porque a economia americana serve de base para o mundo. Não só no modo de encarar as mudanças, mas também no modo de vida. E com a propaganda não é diferente, pois ela é feita de acordo com o seu target e se eles estão se americanizando cada vez mais, é claro que a publicidade vai ter que estar de acordo e oferecer ao público o que ele quer.

O que quero dizer é que essa tal de globalização é muito mais uma imposição do que uma integração de economias e culturas, visto que a direção do nosso vetor (elementos culturais, tendências mercadológicas, padrão de consumo e de vida...) é predominantemente decrescente. De cima para baixo. Dos países mais avançados para os menos.

É por acaso que nós consumidores estamos nos moldando ao padrão americano?

Perceba que somos bombardeados pela cultura do Tio Sam todos os dias e estamos nos rendendo a ela. Séries americanas, stand up comedy, Jonas Brothers*, e muitas outras coisas que são aceitas pelo nosso povo sem sequer questionar.
E você acha que enquanto isso eles estão assistindo "Casos de Família" e comendo vatapá nos EUA?

Não pretendo com isso dizer que a globalização é uma farsa. Isso seria um absurdo. Mas quero mostrar que devemos ficar atentos quando falam com brilho nos olhos sobre o dia que o mundo derrubar suas fronteiras.

Isso, infelizmente, não vai acontecer. E não venha me dizer que é fruto do capitalismo. A competição, a rivalidade e as diferenças estão inseridas em nosso DNA. Sempre fizeram e sempre farão parte da natureza do homem.

Para concluir, tenho a dizer que nem todos se deixam afetar por essa verticalizalção. Eu, Steve, por exemplo, não tenho nem um pouco de cultura americana em mim.
Espero que tenham gostado do post, vou lá comer umas batatas fritas, tomar Coca-Cola e assistir "Os Simpsons". Ah, não esqueçam de me seguir no twitter!

*Não, eu não ouço Jonas Brothers. ¬¬

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Unidos, venceremos!

É o que acreditam as empresas nessa época de crise. Em todos os setores isso é notável, sobretudo no automobilístico. Há pouco tempo a montadora italiana Fiat comprou a Chrysler que vinha passando por períodos difíceis, assim "salvou-a" da concordata.

Entretanto, a concordata foi a saída da General Motors, GM, que recorreu ao governo americano, pedindo proteção contra a falência. Essa é a maior concordata da história da indústria norte-americana. O presidente dos EUA, Barack Obama, diz que "é o fim da Ex-General Motors, e o começo de uma nova."
O governo dos EUA deve injetar 30,1 bilhões de dólares na empresa, e assumir com isso, 60% das ações da GM.

TENDÊNCIA DE MERCADO

Seja em concordata, fusão ou aquisição, essa política de unir para se manter está em alta e pode ser a nova tendência daqui pra frente, e só não prosseguirá se sofrer intervenção.
Até agora o que se vê no mercado é a criação de inúmeras empresas. Inúmeras, também é a quantidade de falências. Há tempos isso está sendo discutido, e todos pedem cautela para reverter esse quadro.

http://2.bp.blogspot.com/_CiHGArcBNV0/SalzJWrhDYI/AAAAAAAAFvc/PIItWg6COMg/s400/foto_parceria.jpg

As fusões, principalmente, devem continuar acontecendo e a criação de grandes grupos é inevitável, uma vez que isso impulsiona as empresas no mercado e lhes mantém mais vivas do que nunca.

A alternativa é boa*, tanto na parte administrativa, quanto no marketing, uma vez que a receita aumenta, a identidade da marca é fortalecida e a sua visibilidade é maior. Contudo, isso pode começar a ser vetado, já que é contra o princípio da concorrência. Assim, o consumidor pode ser afetado com o aumento do preço dos produtos, e isso geraria uma crise maior ainda.

*= lembrando que esse é um ponto de vista colocado a partir da observação do mercado atual. Alguns empresários são totalmente contra esses recursos. O principal obstáculo é que leva a divisão de poder interempresarial.

Bom para as empresas, ruim para os consumidores. E para os publicitários?

Isso não pode ser previsto. Depende muito da linha de cada empresa; se resolverem trabalhar com apenas uma conta, é prejudicial; mas se for utilizada a política de independência de marcas, partindo para uma descentralização, pode gerar um ganho para o setor.